martes, 25 de junio del 2024

Familygate: familiares de políticos atormentam cenário português

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As eleições legislativas em Portugal serão apenas no segundo semestre, mas as discussões políticas no país ganharam um novo tema nas últimas semanas, algo que pode influenciar na escolha do próximo governo: a contratação de parentes por parte do Executivo. Batizado de familygate, o escândalo já atingiu outros governos e continua a crescer.

O escândalo começou quando a imprensa portuguesa noticiou que Carlos Martins, secretário de Estado do Ambiente, tinha nomeado um primo para ser seu adjunto. O parente logo foi demitido do cargo, mas a pressão sobre o secretário se manteve até que ele, em comum acordo com o primeiro ministro, António Costa, renunciou ao cargo.

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O assunto ganhou força e outros casos começaram a aparecer. Segundo o Jornal Económico, o familygate contabilizava no final de março, 50 pessoas de 20 famílias no governo. O primeiro ministro mandou fazer uma verificação detalhada sobre a presença de familiares em todas as esferas do governo e na semana passada outros cinco casos foram encontrados.

Se o número crescente de casos de contratação de familiares preocupava o Partido Socialista, que governa o país, desde 2015, o PSD não tem maiores motivos para comemorar. Uma reportagem do jornal digital Polígrafo mostra o problema não é novo em Portugal. Em 1992, durante a gestão de Cavaco Silva (PSD), haviam 11 mulheres de ministros e secretários de Estado com cargos.

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A imprensa portuguesa ainda não chegou a um consenso quanto ao tamanho do estrago que o familygate pode produzir junto ao Partido Socialista e também ao PSD, principal adversário que também com casos antigos semelhantes. Sabe-se, de antemão, que a presença de familiares em um governo não é bem-vinda em uma república.

NOTAS:

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  • Com 100 dias de governo Bolsonaro no Brasil, cresce o número de brasileiros que imigram para Portugal. Este crescimento era registrado desde 2009, mas acentuou-se a partir do fim do ano passado.
  • O regime de reformas e pré-reformas entrou em debate entre os professores portugueses. Sindicatos estudam pressionar o governo a adotar o novo regime de pré-reforma com pedidos em massa. A intenção é saber quantos professores estão com a idade para esta situação, no caso, com mais de 55 anos.


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